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Administrador · Assinaturas

Como definir e ajustar o preço de um plano

O preço de um plano pode mudar depois de criado, e a tela sugere um valor com base no que o plano realmente custa a você — comissão incluída. Mudar o preço não mexe em quem já assinou.

5 min de leitura
Verificado em 5 de setembro de 2026
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Ajustar o preço depois (com a comissão real)

Na página do plano (Planos de Assinatura → [seu plano]) existe o card Sugestão de preço, ao lado de Preço. Diferente da criação, aqui a sugestão usa a comissão real configurada neste plano — então o piso e a margem refletem exatamente o que você paga aos profissionais. O preço continua sendo editado no card Preço (toque em Editar); o card de sugestão é só consulta, sem botão de aplicar.

A sugestão atualiza ao salvar

Na edição, a sugestão reflete o plano salvo. Se você adicionar ou remover serviços no card Serviços Incluídos, a sugestão só recalcula depois que você salvar essa alteração — diferente da tela de criação, onde tudo está no mesmo formulário e o número muda na hora. Salvou os serviços (ou a comissão), o card de sugestão recalcula sozinho.

Serviço inativo continua no plano

Se um serviço incluído no plano for desativado depois, ele continua aparecendo na lista de serviços do plano com a etiqueta inativo e fica travado (não dá para marcar nem desmarcar). Assim o plano não perde o serviço sem querer. Para liberar a edição, reative o serviço em Serviços.

Limites por serviço (Serviços e limites)

No card Serviços e limites, ao tocar em Editar, cada serviço marcado mostra sua regra em uma frase — toque na linha para abrir o editor daquele serviço:

1

Ilimitado ou Com limite

A primeira escolha. Ilimitado (padrão) libera o serviço sem contagem; Com limite abre os controles de quantidade.

2

Quantas vezes o cliente pode usar?

Máximo de vezes que aquele serviço pode ser usado por ciclo de cobrança (ex.: até 4× por mês). Ajuste com os botões − / +.

3

Intervalo mínimo entre usos

Dias mínimos entre um agendamento e outro do mesmo serviço. Use os atalhos Toda semana (7), A cada 15 dias (15) ou 1× por mês (30) — é o campo para "corte toda semana, mas barba só quinzenal". A prévia abaixo do editor mostra exatamente a frase que vale.

Teto geral do plano (opcional)

No fim do card, em Regras gerais do plano, existe o Teto geral do plano — um limite único somando todos os serviços. Ele fica desligado por padrão e a maioria dos planos não precisa dele: as regras por serviço já fazem o trabalho. Se você ligar um teto menor do que as regras por serviço permitem, aparece um aviso com a conta (ex.: "suas regras somam até 6/mês") e botões para aumentar o teto ou removê-lo — assim o teto nunca corta um benefício por engano. Planos antigos que tinham o limite geral e limites por serviço mostram, na primeira edição, uma pergunta para você escolher qual regra manter.

Todo limite — o teto geral e os limites por serviço — vale por ciclo e não acumula: o que o cliente não usar até o fim do período não passa para o próximo. Se a ideia é vender um saldo que o cliente gasta no tempo dele, use um pacote pré-pago, não uma mensalidade.

Máximo de assinantes (opcional)

Ainda em Regras gerais do plano, o Máximo de assinantes limita quantas pessoas podem estar assinadas a este plano ao mesmo tempo — útil para não deixar a agenda apertada com um plano muito popular. Fica desligado por padrão (sem limite). Ao ligar, novas assinaturas são recusadas assim que o limite é atingido — o cliente que já é assinante continua normalmente, e uma vaga libera de volta quando alguém cancela ou o plano expira.

Dias permitidos virou um card próprio

A restrição de dias da semana (e a opção de bloquear fora dos dias) agora vive no card Dias permitidos, separado dos limites de uso. O antigo card "Regras de Agendamento" foi dividido: limites de uso ficam em Serviços e limites; dias da semana, em Dias permitidos.

Como a sugestão é calculada

Toque em Como é calculado? dentro do painel de sugestão para ver, com os números do seu plano, exatamente de onde vem o preço sugerido. A lógica:

Numa assinatura, o cliente paga R$ 0 por visita coberta, mas o profissional ainda recebe comissão sobre o valor cheio. Ou seja, a mensalidade é a única receita dessas visitas. A sugestão equilibra um desconto bom pro cliente sem gerar prejuízo pra você.

Parâmetros usados:

  • Média do valor avulso — média do preço normal dos serviços incluídos.
  • Visitas esperadas por ciclo — quantas visitas cobertas um assinante médio faz. Sem histórico, usamos 70% do limite (média de mercado, o "breakage"). Com histórico de assinaturas, usamos o uso real da sua barbearia.
  • Comissão por visita coberta — o que o profissional recebe por atendimento de assinante (modelo por atendimento), ou o repasse ao pote (modelo por pontos).
  • Desconto-alvo pro cliente — quanto o assinante economiza vs. avulso (padrão 25%).

As contas:

  • Teto (valor avulso esperado) = visitas esperadas × média do avulso. É o que o cliente gastaria sem o plano; acima disso não há desconto.
  • Piso (break-even) = visitas esperadas × comissão por visita. Abaixo dele você paga mais comissão do que recebe — é o limite do prejuízo.
  • Preço sugerido = (100% − desconto-alvo) × teto, nunca abaixo do piso.
  • Sua margem (uso esperado) = preço sugerido − piso.
  • Pior caso = limite de visitas × maior comissão entre os serviços. Mostra a margem se o assinante usar tudo no serviço mais caro.

O que o piso não inclui

O custo de produtos/insumos por atendimento não entra na conta — trate o piso como um valor mínimo. No modelo por pontos, sua margem é uma fração fixa da receita (independente do uso), então o piso é praticamente zero e o que importa é se o pote remunera bem os profissionais conforme o uso sobe.

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